PAPO DE ARTISTA #3 – MINHA VIDA DESENHANDO O SUPERMAN

By Rod Reis, March 23, 2009 10:16 pm

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Neste mais novo episódio do Papo de Artista, Rod Reis(Teen Titans), Sam Hart(Juiz Dredd), Joe Prado(Warlord) e (rufem os tambores) RENATO GUEDES! Sim! Renato “Superman” Guedes invadiram a festa de aniversário da Priscila (Sra.Rod Reis) para gravar um descontraído papo sobre como é desenhar o Superman pra DC Comics.

Teremos fatos sobre a escalada de Renato Guedes rumo ao estrelato desde adaptações de filmes e séries de TV para quadrinhos onde teve problemas com o vilão de Jogos Mortais até assumir a revista do Superman.

 

Joe Prado, que também desenha, conta como é ser o regular da série Warlord e explica como funciona a Art&Comics, onde trabalha como agente.

 

Um papo essencial para quem quer ser desenhista de quadrinhos de Super Heróis e interessante para quem gosta de quadrinhos americanos e tem curiosidade de saber como é a rotina dos artistas brasileiros que dominam hoje o mercado.

 

Onde diabos ficam as Filipinas? Quem é Breno Tamura? Quem foi vizinho da Kate Winslet?

 

PARTICIPAÇÃO ESPECIAL: Breno Tamura – Fotos, vídeo e comentários

 

 

Links relacionados ao episódio:

 

 

Para relembrar:

 

Imagem do Warlord (Guerreiro)

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Clique aqui para ver as fotos e o vídeo do MAKING OF do episódio

 

Para comentários, sugestões ou críticas : papodeartista@gmail.com

 

ps. Como vocês podem perceber pelos barulhos de fundo, nós realmente gravamos no meio da festa

 

 

RELAÇÕES#3

By Rod Reis, March 19, 2009 8:27 pm
Por Sam Hart

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Com fotografia: o desenho não é foto, não representa com fidelidade absoluta todos os elementos, digamos, de um retrato. Fios de cabelo, rugas, manchas, sombras. Mesmo com exaustivo trabalho, por mais que se detalhe o desenho, a interpretação da forma, da expressão, passou pela “lente” da cabeça, do estilo, da técnica do desenhista. Já ouvi dizer que a foto é um retrato fiel do momento – razão pela qual a foto jornalística não poderia ser um desenho – e o desenho representa o atemporal, o eterno – razão pela qual muitas colunas de jornais (os rostinhos dos autores de colunas de jornais econômicos, por exemplo) são acompanhadas de desenhos, e não fotos.

BIOGRAFIA – GUSTAV KLIMT

By Rod Reis, March 16, 2009 7:38 pm

Por Priscila Perez

Gustav Klimt foi um artista de quadros exuberantes que admirava as mulheres e acreditava no domínio feminino explorando suas figuras com sensualidade extrema chegando ao sexual. Evidenciou o feminino em grande parte de sua obra, sendo criticado por conservadores, incompreendido pelo erotismo que retratava e várias vezes sendo rotulado de pornográfico. Contudo foi o artista vienense mais querido e admirado do seu tempo.


Um artista de extrema importância que simboliza o estilo art nouveau da virada do século 19 para o século 20, assim como também simboliza os questionamentos e transformações humanas comportamentais na fase de transição dos séculos. Acreditava na libertação pela arte e era influenciado por Nietsche, Wagner e Schopenhauer. Nasceu em 1862 no subúrbio de Viena, Áustria, e foi o segundo de sete irmãos de uma família humilde.

Após concluir os estudos primários então com 14 anos foi admitido na Escola das Artes Decorativas, ligada ao Museu Austríaco Imperial e Real de Arte e Indústria de Viena, tendo sido seu trabalho de admissão um desenho de uma cabeça feminina, feito a partir de um molde de gesso.

Nesta escola, junto com seus irmãos Ernest e Georg, Klimt estudou desenho ornamental, teoria de projeções, perspectiva e teoria do estilo entre outros temas que acompanhavam em aulas práticas e foi o único aluno desta escola a ter uma grande carreira artística. Com seu irmão Ernest e seu amigo Frans Matsh, Klimt trabalhou nos vitrais da Igreja Votiva.

Por volta de 1880 Klimt, Ernest e Matsh fundaram a Companhia dos Artistas e através da empresa Fellner und Hellmer, especializada em construção de teatros, conseguiam trabalhos realizando painéis decorativos, entre eles a escadaria do Museu de Arte de Viena.  Nesta época entrava em cena na Europa a arte floral e seu estilo pessoal começava a surgir, quando em 1891 foi contratado para pintar um painel  no Teatro Imperial de Viena. Klimt neste painel retratou um imenso quadro da elite vienense desertando olhares e admiração. A partir desta pintura a ingressou no mundo cultural da burguesia e foi premiado ao final do trabalho com a Cruz de Mérito de Ouro (1888).

Com a morte de seu irmão no ano seguinte, Klimt fechou  a Companhia dos Artistas e passou a decorar casas particulares e fazer retratos ao mesmo tempo em que ingressava na Sociedade dos Artistas Vienenses, porém esta sociedade era composta por conservadores e ele não ficou por muito tempo.

Permaneceu assim até 1894, quando foi convidado pelo Ministro da Cultura, Von Hartel a pintar o Salão Nobre do Anfiteatro da Universidade de Viena. O tema a ele sugerido para os quadros era A Vitória da Luz sobre a Escuridão, para representar a Filosofia, a Medicina e a Jurisprudência. Klimt rejeitou o tema e abandonou seu estilo adotado até então, adotando o estilo art nouveau, provocando espanto entre os tradicionalistas.

Com estes painéis causou choque e os diretores e professores acharam uma provocação.

Klimt recebeu duras e impiedosas críticas por ter realizado uma obra “pessimista e com grande simbolismo erótico”. Criou polêmica ao pintar corpos femininos nus em poses consideradas obscenas para a época, com rostos e expressões com ar de lascívia e mórbida sensualidade, olhos semifechados e bocas entreabertas.

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PAPO DE ARTISTA #2 – NY COMIC CON

By Rod Reis, March 2, 2009 2:42 am

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Nesse episódio totalmente gravado em NY, conseguimos reunir um grupo seleto de artistas, Rod Reis( Novos Titans), Joe Prado(Warlord), Ivan Reis(Lanterna Verde) e Ed Barrows(Action Comics) para contar como é a experiência de estar na NY Comic Con em meio a sessões de autógrafos, limuzines e encontro de negócios com figurões dos quadrinhos.

PARTICIPAÇÕES ESPECIAIS

 

 

Sra. Prado e Sra.Barrows: risadas de fundo, burburinho e broncas

 

Breno Tamura: comentários, risadas e extras com conteúdo escatológico

 

 

Deixem seus comentários ou mande um email para papodeartista@gmail.com

 

ps. A gente ficou falando “Nuv Yok” por que falaram que o Amaury Jr. falava assim e era incapaz de falar “Nova York”, e o pior que é verdade, ele não consegue falar Nova York…

 

 

ENJOY!

 

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