Posts tagged: ANIMAÇÃO

A HISTÓRIA DE REI MIDAS – ANIMAÇÃO STOP MOTION PRODUZIDA POR RAY HARRYHAUSEN

By Rod Reis, May 26, 2009 10:08 pm
por Rod Reis

 

Para quem acha que o mago dos efeitos especiais em stop motion Ray Harryhausen só é famoso por seus monstros em filmes como A Fúria de Titãs, Jasão e os Argonautas e muitos outros, vai se impressionar ao ver o curta “The Story of King Midas”, de 1953.

 

Esse curta foi produzido por Harryhausen e foi feito inteiramente com animação de massinha. É preciso olhar esse vídeo levando em consideração a época em que foi feito, porque, apesar de algumas coisas estranhas como expressões faciais e algumas transições, a genialidade de Ray Harryhausen se faz presente.

 

Para aqueles que não se lembram, “A História do Rei Midas” conta à história de um ganancioso Rei que ganha o dom de transformar tudo que toca em ouro, mas descobre que isso pode não ser tão bom assim.

 

Esse é o último filme de uma série baseada em contos infantis e rimas, produzido por Harryhausen. Depois desse, ele percebeu que demorava muito tempo para fazer esses curtas e decidiu retornar a indústria de efeitos especiais.

 

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Her Morning Elegance- Oren Lavie

By Rod Reis, May 22, 2009 6:30 pm

Acho que a maioria já deve ter visto esse vídeo, mas mesmo assim vou botar aqui para quem não viu ainda. GENIAL!

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Her Morning Elegance
Direção: Oren Lavie, Yuval Merav & Nathan
Fotografia: Eyal Landesman
© 2009 A Quarter Past Wonderful

"Her Morning Elegance", escrito e produzido por Oren Lavie, do álbum
“The Opposite Side of the Sea”
© 2009 A Quarter Past Wonderful/Adrenaline
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PARA RELEMBRAR – ABERTURA DOS DESENHOS (DES)ANIMADOS DA MARVEL

By Rod Reis, May 9, 2009 2:17 am

por Rod Reis

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Nos idos de 1966 Stan Lee, criador da Marvel, motivado provavelmente pelo sucesso do seriado live-action do Batman, decidiu se aliar aos produtores Steve Krantz e Bob Lawrence do estúdio Grantay-Lawrence para levar seus maiores heróis para as telinhas. O resultado é o que chamamos hoje de “desenhos desanimados da Marvel

 

Basicamente os desenhos eram extraídos diretamente das revistas e pouca coisa era animada depois disso. Mas de qualquer forma era legal ver os desenhos de Jack Kirby ganharem vida, assim como os desenhos de Gene Colan no Namor e de Don Heck no Homem de Ferro.

 

 

Capitão América, o Poderoso Thor, o Incrível Hulk, Homem de Ferro e Namor foram os heróis escolhidos para estrelar o programa Marvel Super-Heroes. A série tinha treze episódios para cada herói e foi produzida em menos de um ano! O que justifica a estética pobre e o resultado tosco, OU NÃO, porquê no Japão, nessa mesma época, já eram produzidas animações de qualidade superior e com pouco dinheiro.

 

Vejam aqui como eram as aberturas desses desenhos no original, por que em português a qualidade de imagem é horrível!

 

 

Deu pra colocar a abertura do Thor só pra ver qual era o grau de breguice que reinava nas músicas!

TIM BURTON- VINCENT (1982)

By Rod Reis, May 1, 2009 10:54 am
por Rod Reis

 

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Sinto-me meio envergonhado de admitir que só há muito pouco tempo atrás fui assistir Vincent,graças à indicação de um amigo e leitor do site, valeu Sr. Seu Panda!

 

Eu já sabia que Vincent foi a primeira empreitada de Tim Burton no mundo da animação Stop Motion e que conta a história de um menino de 7 anos, Vincent Malloy que é fã de Edgar Allan Poe sonha ser como Vincent Price, o grande astro de filmes de terror.

 

Mas depois que assisti, fiquei encantado em saber que o curta se baseia em um poema de Tim Burton, narrado pelo próprio Vincent Price. Fica claro que Vincent é baseado em Tim Burton que é grande fã de Vincent Price, cuja filmografia influenciaria a carreira do diretor.

 

Tim Burton domina essa estética de fantasia, meio terror, meio gótica como se ele mesmo pertencesse a esse mundo e acho que ninguém melhor que ele sabe criar em cima desse universo e se expressar de forma tão romântica, genuína e lúdica através desses distorcidos mundos preto e branco com personagens por vezes depressivos, por vezes mau entendidos, mas sempre com boas intenções.  

 

Fiquem agora com o vídeo dessa obra, com legendas em português:

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A ERA DE OURO DAS ABERTURAS DE SÉRIES DE TV EM ANIMAÇÃO

By Rod Reis, April 27, 2009 11:47 pm
por Rod Reisoooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo
ooooo

No final dos anos 50 o cinema sofreu uma grande revolução no que se trata de design nas aberturas, encabeçada principalmente pelo cineasta e designer Saul Bass, que trabalhou com uns dos maiores cineastas de Hollywood, entre eles Alfred Hitchcock, Stanley Kubrick, John Frankenheimer e Martin Scorsese.

  

ANATOMIA DE UM CRIME (1959)

 

 

Essa revolução causou um impacto enorme na era de ouro da televisão nos anos 60, que abraçou formas mais modernas nas aberturas de suas séries. Crescia cada vez mais o número de séries que tinham animações na abertura. 

 

MEUS TRÊS FILHOS  (1960)

 

THE LUCY SHOW (1962)

A FEITICEIRA (1964)

JEANNIE É UM GÊNIO (1965)

JAMES WEST (1965)

 

Em 1966 o círculo se fecha com a série televisiva do Batman que tem uma animação toda em cima da noção da Pop Art de Roy Lichtenstein, que começou a criar pinturas que foram baseados em painéis de HQs valorizando seus clichês como forma de arte.

 

Essa série é uma das últimas onde a abertura é inteiramente feita em animação, coisa que vai acabando nos anos 70.

BATMAN (1966)

ROY LICHTENSTEIN

clique na imagem para ampliá-la

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THE CAROL BURNETT SHOW (1967)

 

 

Em 1969, Terry Gilliam  criou as animações mais surrealistas e malucas para a abertura do Monty Python’s Flying Circus

 

MONTY PYTHON´S FLYING CIRCUS ( 1969)

 

 

 

Infelizmente o realismo voltou à televisão com os anos 70 e em todo os gêneros, a abertura em animação deixou de ser usada, dando lugar àquelas horríveis e nada imaginativas aberturas com atores, mesmo quando eram programas infantis.

 

As últimas séries que usaram animações em suas aberturas já colocavam elementos mais realistas mesclando animação e pessoas de carne e osso.

 

FAMÍLIA DÓ RÉ MI (1970)

 

RHODA (1974)

 

 

PAPO DE ARTISTA #4 – STOP MOTION

By Rod Reis, April 14, 2009 11:48 pm

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Bem vindos ao Papo de Artista #4 e dessa vez, com convidados muito especiais. Estão nesse episódio as celebridades da podosfera brasileira: Raquel Gompy, a Mafalda do Monacast; Dudu Sales, do Papo de Gordo e Neto Zeppelin, do Geek Geek Hurrah! para bater um papo animado sobre animação Stop Motion.

Vamos passar um pouco pela história dessa técnica de animação, citar os grandes nomes e relembrar as animações que fizeram parte das nossas vidas.

Links relacionados ao episódio:

Monalisa de Pijamas
Contrapeso
Geek Geek Hurrah!
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Post sobre “A Festa do Monstro Maluco” com trailer

MANDEM SEUS COMENTÁRIOS, SUGESTÕES OU CRÍTICAS PARA: papodeartista@gmail.com

VÍDEOS REFERENTES AO EPISÓDIO:

“VOYAGE TO THE MOON” (1902)

“FÚRIA DE TITÃS” – TRAILER

A NOIVA CADÁVER – MAKING OF

A RENA DO NARIZ VERMELHO

A VERDADEIRA ESTÓRIA DE PAPAI NOEL/ PAPAI NOEL ESTÁ CHEGANDO

O RATINHO DO CASTELO RÁ TIM BUM

ENJOY!

A FESTA DO MONSTRO MALUCO

By Rod Reis, February 2, 2009 4:03 am
Por Rod Reis

madmonster

A Festa do Monstro Maluco é um divertido, inventivo e único filme que pode ser completamente apreciado por toda a família. Produzido pela Rankin-Bass Produções, a mesma empresa responsável pelo clássico das manhãs de Natal no SBT “A Rena do Nariz Vermelho” o diretor Jules Bass teve grande influência das animações em stop-motion criadas nos anos 50 pelos mestres George Pal e Ray Harryhausens. É também o filme precursor das técnicas de animação utilizadas em “O Estranho Mundo de Jack”, “James e o Pêssego Gigante” e “A Noiva Cadáver”.

A idéia era criar um filme família que fosse algo como Abbott e Costello encontra Frankenstein. Vários dos dubladores que trabalharam para Bass em “A Rena do Nariz Vermelho” trabalharam nesse filme, mas o destaque fica para Boris Karloff e Phyllis Diller que deram um show a parte.

O cientista maluco Barão Von Frankenstein (Boris Karloff) havia decidido que iria se aposentar como chefe da Organização Mundial de Monstros e teria que nomear um sucessor. Sua belíssima assistente Francesca (Gale Garnet) envia convites para Drácula, Lobisomem, o Monstro e sua noiva (Phyllis Diller), Dr. Jekyll, a Múmia, o Homem Invisível, o Corcunda de Notre Dame e a Criatura. Um convite também foi enviado para o sobrinho do Barão, Felix Flankin, um desajeitado farmacêutico.

Todos os convidados são levados à uma ilha onde haverá uma grande festa onde será decidido quem será o sucessor do Barão, mas não sem rolar algum romance entre as personagens, alianças, caos e diversão.A melhor parte é a que caveiras usando perucas tocam um rock a lá Beattles, totalmente hilário!

Eu comprei a minha cópia dessa pérola em uma banca de jornal, o DVD vinha como brinde dessas revistas sobre DVD.

Altamente recomendável para fãs de animação, vejam o trailer e verão do que eu estou falando

The Dot and the Line: A Romance in Lower Mathematics

By Rod Reis, January 15, 2009 9:43 pm

Um conto sobre uma linha reta que se apaixona por um ponto relutante transformado em um curta animado por ninguém mais ninguém menos que Chuck Jones, mais conhecido por dirigir os melhores momentos do Pernalonga. Roteiros marcantes e um pouco de psicodelia eram suas marcas registradas nos desenhos animados que produzia para a Warner Bros.

Esse genial curta de 10 minutos, narrado por Robert Morley, foi produzido em 1965 e ganhou  Academy Award for Animated Short Film.

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