
Nesse episódio temos Rod Reis e Cris Peter, ambos coloristas profissionais, em um bate papo bem informal sobre suas experiências na profissão de colorista de HQs para os EUA.
Conheça um pouco como é trabalhar para o mercado americano, as dificuldades e saiba o que é SER um colorista de HQs.
LINKS REFERENTES AO EPISÓDIO:
- Curso de colorização digital para quadrinhos especializado no mercado americano na QUANTA ACADEMIA
- Site da Cris Peter
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por Rod Reis
Recentemente descobri no Deviant Art uma excelente comunidade para quem é colorista de quadrinhos ou quer aprender e pegar dicas, o Comics-Colorist-Club.
Até agora é, de longe, a melhor comunidade de coloristas na net. Lá estão diversos coloristas de renome, eles tem galerias divididas por :Iniciantes, Intermediário, Avançado, Profissionais e Tutoriais. Há também muito incentivo para que todos participem postando seus trabalhos e seus tutoriais, tornando a página bem colaborativa e isso é um grande diferencial, essa interação entre todos, sejam iniciantes ou profissionais.
Recomendo à todos criarem suas páginas no Deviant Art e participar dessa comunidade de coloristas para que possam pegar ótimas dicas, como esse estudo de sombras em rosto masculino e feminino que foi postado por CharlieKirchoff .


por Rod Reis
Esse foi o primeiro ano que eu não peguei o FIQ desde o começo e por falta de tempo, fui na sexta e voltei no domingo à tarde, e foi o suficiente para mim, e digo, o suficiente para dizer que foi o melhor FIQ para mim.
Dois dias antes já fiquei sabendo do estrago que a chuva, uma das maiores que BH já teve, causou na quarta –feira e confesso que eu fiquei preocupado, isso poderia estragar todo o festival, mas não foi isso que aconteceu, e ainda deu pra pegar algum sol lá. Muito material caro, álbuns importados e revistas molharam e foram vendidos a 50% de desconto ou jogados fora. Mas mais uma vez foi provado que a força do festival está nos convidados e expositores.
O que mais me impressionou foi a força do pessoal que estava lá, principalmente dos independentes. Pra mim foi o FIQ mais intenso, no sentido de que poderia se sentir à vontade das pessoas participarem e a vontade de divulgar seu trabalho.
Parabéns aos coletivos Quarto Mundo, Quadrinhos Dependentes, Café Nanquim e Casa dos Quadrinhos, entre outros que foram a base sólida desse Festival, base essa que desde o início vem se solidificando e nesse ano mostrou-se coesa.
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QUADRINHOS
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