Posts tagged: Priscila Perez

MUSEU OSCAR NIEMEYER

By Rod Reis, April 16, 2009 7:42 pm
Por Priscila Perez
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Aproveitando que indiquei esta exposição, gostaria também de ressaltar a beleza arquitetônica deste museu em particular.
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Coincidentemente estivemos eu e meu marido (Rod Reis) em Curitiba neste último feriado e realmente ficamos impressionados com o que vimos além da importância de seu acervo e exposições, que fazem parte do roteiro de artes além do eixo Rio-São Paulo. O Museu ocupa o prédio que até 2001 foi a sede de secretarias de Estado, passou por adaptações e ganhou um anexo, chamado de Olho, os dois projetos são de Oscar Niemeyer.
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O anexo (Olho) fica em frente ao prédio principal, tem 30 metros de altura e imprime ao complexo identidade contemporânea, sendo considerado uma das obras primas do arquiteto. Foi construído de concreto e vidro sobre uma base revestida com cerâmicas pintadas com desenhos criados por Niemeyer, o Olho conta com 1,6 mil metros quadrados de área de exposição e mais 3 salas destinadas a exposições de fotografias.

 

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O acesso do prédio principal ao anexo é feito por um túnel ou pelas rampas, e essa ligação entre dois prédios construídos em épocas diferentes também nos mostra a relação entre passado e presente, moderno e contemporâneo, convivendo harmoniosamente.

 

Se você for à Curitiba não deixe de conhecer o MON, que hoje é referência nacional e internacional das artes.

 

PAPO DE ARTISTA #3 – MINHA VIDA DESENHANDO O SUPERMAN

By Rod Reis, March 23, 2009 10:16 pm

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Neste mais novo episódio do Papo de Artista, Rod Reis(Teen Titans), Sam Hart(Juiz Dredd), Joe Prado(Warlord) e (rufem os tambores) RENATO GUEDES! Sim! Renato “Superman” Guedes invadiram a festa de aniversário da Priscila (Sra.Rod Reis) para gravar um descontraído papo sobre como é desenhar o Superman pra DC Comics.

Teremos fatos sobre a escalada de Renato Guedes rumo ao estrelato desde adaptações de filmes e séries de TV para quadrinhos onde teve problemas com o vilão de Jogos Mortais até assumir a revista do Superman.

 

Joe Prado, que também desenha, conta como é ser o regular da série Warlord e explica como funciona a Art&Comics, onde trabalha como agente.

 

Um papo essencial para quem quer ser desenhista de quadrinhos de Super Heróis e interessante para quem gosta de quadrinhos americanos e tem curiosidade de saber como é a rotina dos artistas brasileiros que dominam hoje o mercado.

 

Onde diabos ficam as Filipinas? Quem é Breno Tamura? Quem foi vizinho da Kate Winslet?

 

PARTICIPAÇÃO ESPECIAL: Breno Tamura – Fotos, vídeo e comentários

 

 

Links relacionados ao episódio:

 

 

Para relembrar:

 

Imagem do Warlord (Guerreiro)

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Clique aqui para ver as fotos e o vídeo do MAKING OF do episódio

 

Para comentários, sugestões ou críticas : papodeartista@gmail.com

 

ps. Como vocês podem perceber pelos barulhos de fundo, nós realmente gravamos no meio da festa

 

 

BIOGRAFIA – GUSTAV KLIMT

By Rod Reis, March 16, 2009 7:38 pm

Por Priscila Perez

Gustav Klimt foi um artista de quadros exuberantes que admirava as mulheres e acreditava no domínio feminino explorando suas figuras com sensualidade extrema chegando ao sexual. Evidenciou o feminino em grande parte de sua obra, sendo criticado por conservadores, incompreendido pelo erotismo que retratava e várias vezes sendo rotulado de pornográfico. Contudo foi o artista vienense mais querido e admirado do seu tempo.


Um artista de extrema importância que simboliza o estilo art nouveau da virada do século 19 para o século 20, assim como também simboliza os questionamentos e transformações humanas comportamentais na fase de transição dos séculos. Acreditava na libertação pela arte e era influenciado por Nietsche, Wagner e Schopenhauer. Nasceu em 1862 no subúrbio de Viena, Áustria, e foi o segundo de sete irmãos de uma família humilde.

Após concluir os estudos primários então com 14 anos foi admitido na Escola das Artes Decorativas, ligada ao Museu Austríaco Imperial e Real de Arte e Indústria de Viena, tendo sido seu trabalho de admissão um desenho de uma cabeça feminina, feito a partir de um molde de gesso.

Nesta escola, junto com seus irmãos Ernest e Georg, Klimt estudou desenho ornamental, teoria de projeções, perspectiva e teoria do estilo entre outros temas que acompanhavam em aulas práticas e foi o único aluno desta escola a ter uma grande carreira artística. Com seu irmão Ernest e seu amigo Frans Matsh, Klimt trabalhou nos vitrais da Igreja Votiva.

Por volta de 1880 Klimt, Ernest e Matsh fundaram a Companhia dos Artistas e através da empresa Fellner und Hellmer, especializada em construção de teatros, conseguiam trabalhos realizando painéis decorativos, entre eles a escadaria do Museu de Arte de Viena.  Nesta época entrava em cena na Europa a arte floral e seu estilo pessoal começava a surgir, quando em 1891 foi contratado para pintar um painel  no Teatro Imperial de Viena. Klimt neste painel retratou um imenso quadro da elite vienense desertando olhares e admiração. A partir desta pintura a ingressou no mundo cultural da burguesia e foi premiado ao final do trabalho com a Cruz de Mérito de Ouro (1888).

Com a morte de seu irmão no ano seguinte, Klimt fechou  a Companhia dos Artistas e passou a decorar casas particulares e fazer retratos ao mesmo tempo em que ingressava na Sociedade dos Artistas Vienenses, porém esta sociedade era composta por conservadores e ele não ficou por muito tempo.

Permaneceu assim até 1894, quando foi convidado pelo Ministro da Cultura, Von Hartel a pintar o Salão Nobre do Anfiteatro da Universidade de Viena. O tema a ele sugerido para os quadros era A Vitória da Luz sobre a Escuridão, para representar a Filosofia, a Medicina e a Jurisprudência. Klimt rejeitou o tema e abandonou seu estilo adotado até então, adotando o estilo art nouveau, provocando espanto entre os tradicionalistas.

Com estes painéis causou choque e os diretores e professores acharam uma provocação.

Klimt recebeu duras e impiedosas críticas por ter realizado uma obra “pessimista e com grande simbolismo erótico”. Criou polêmica ao pintar corpos femininos nus em poses consideradas obscenas para a época, com rostos e expressões com ar de lascívia e mórbida sensualidade, olhos semifechados e bocas entreabertas.

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